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Sobre Antonio Miranda
 
 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

VICENTE SÁ


Natural de Pedreiras, Maranhão, chegou a Brasília em 68 e não pretente sair. Autor de seis livros e muitos poemas que viraram letras de músicas é um calmo agitador cultura da cidade. Tem desenvolvido junto com o movimento VivaaArte e também com o legendário grupo Liga Tripa, do qual é letrista e cúmplice. Colabora com o T-BONE açougue cultural.

 

O melhor de Vicente Sá são os poemas curtos, bem urdidos, terminando pelo começo: pela surpresa, que não fecha o sentido, alaaaarga-o, expande-o. Requer engenho e arte, e um pouco de loucura
ANTONIO MIRANDA

 

Extraído de:

BRIC A BRAC    21 ANOS   MAIOR IDADE.  Brasília: Caixa Cultura, 2007.  112 p. ilus. col.  23x21 cm.. Exposição comemorativa . Curadoria e projeto expositivo: Marilia Panitz.   Coordenação Geral: Luis Turiba.  Inclui poemas visuais e arte gráfica.  Inclui poemas visuais de Luis Turiba, Manoel de Barros, Paulo Leminski, Zuca Sardanga, Nanico, Franciso Kaque, Wagner Barja, Paulo Andrade, Antonio Miranda, Bernardo Vilhena, Paulo Cac, Ariosto Teixeira, Elizabeth Hazin, José Paulo Cunha, Fred Maia, Nicolas Behr, Claudius Portugal, Ronaldo Cagiano, TT Catalão, Francine Amarante, Adeilton Lima, Maria Maia, Ronaldo Augusto, Augusto de Campos, Arnaldo Antunes, José Rangel Farias Neto, Menezes e Morais, Cristiane Sobral, Eduardo Mamcasz, Vicente Sá, Nance Las-Casas, Bic Prado, Angélica Torres Lima, Flavio Maia, Ronaldo Santos, Joanyr de Oliveira, Sylvia Cyntrão, Carlos Roberto Lacerda, Carlos Henrique, Fernanda Barreto,  José Edson, Vera Americano, Alice Ruiz, André Luiz Oliveira, Carlos Silva, Charles Peixoto, José Roberto Aguilar, Estrela Ruiz, Renato Riella, Chico César, Francisco Alvim, José Roberto da Silva, Eudoro Augusto, Amneres, Gustavo Dourado, Alexandre Marino, e ilustradores: Resa, e fotógrafos, etc. 

 

A câmera do poeta

Sorria
Você está sendo
Transformado em poesia


Valor

O preço da eterna juventude
É uma constante irresponsabilidade.

 

A semana de Quintana

Se semana começasse na sexta
Talvez a gente acordasse sorrindo
E até fosse mais feliz pro trabalho
Depois viria um sábado suburbano
De meio expediente e meia folia
Seguido de um domingo de sol e família
Na segunda, a gente se fingia de morto
Coberto pelo manto da brincadeira
Na terça, acordando ao meio-dia.
Iríamos pescar nuvens ou mulheres seminuas
A quarta chegaria leve
Com a promessa de uma orgia cigana
E a quinta, meu bem, seria sempre
um feriado
Suave como Mário Quintana.

 

Viagem
(com Aristides Pires)

Sempre que viajo
Esqueço alguma coisa
Uma roupa em tal casa
Um livro em outro lugar
Uma vez esqueci o que fui faze lá
Da próxima
Quem sabe
Eu esqueça de voltar

 

Palavra

Não há nada que se diga
Que não abra uma ferida
Tapas que a palavra dá na vida
Por isso e mais duzentas outras coisas
É que eu sou assim
Mais perto de você
Do que de mim

SÁ, Vicente.  A balada da donzela curiosa.  Brasília:  Edições Reprint, 1979.  35 p.  14x20 cm.  Capa: Dete.    Texto datilografado, numeração das páginas à mão, mas edição impressa.  Col. A.M. (EA)

(fragmento, reproduzido em seguida:)

 

SÁ, Vicente.  anjo carmim.    Brasília: edição do autor, s.d.  76 p. ilus.  Apresentação de Nicolas Behr.  Impresso na Gráfica Charbel.  “ Vicente Sá “  Ex. bibl. Antonio Miranda


 

Página publicada em setembro de 2011; ampliada e republicada em 2015. Ampliada outra vez em julho de 2017.



 

 

 
 
 
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