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YOSANO AKIKO

 

 

Akiko Yosano (与謝野 晶子, Yosano Akiko?, 7 de dezembro de 1878 — 29 de maio de 1942) era o pseudônimo da poetisa japonesa Yosano Shiyo. Uma das autoras mais famosas e polêmicas de seu país, Yosano foi também uma figura feminista pioneira, pacifista e educadora.

 

AKIKO, Yosano.  Descabelados.  Introdução e noitas de Donatella Natili e Álvaro Faleiros.   Brasília. DF: Editora Universidade de Brasília, 2007.  128 p.    (Coleção Poetas do Mundo, dirigida por Henrik Siewierski)   18 cm.  ISBN 978-85-230-1009-6

Obs.: esta edição inclui um texto de Álvaro Faleiros sobre “Traduzir tankas” (p. 29-46). 

 

Este livro está disponível para venda pela internet na Loja Virtual da UnB: https://loja.editora.unb.br/

 

Após um longo período de silêncio, com a chegada da época Meiji (1868-1912), duas mulheres surgem na cena literária japonesa, Iguchi Ichiyõ (1872-1896) e Yosano Akiko (1878-1942). Mas enquanto a prieiro foi, fundamentalmente, uma escritora ainda ligada ao filão narrativo do século XVII, Yosano Akiko distinguiu-se desde o princípio como inovadora e portadora, em suas obras, de uma forte consciência feminista. A sua poesia, surgida no momento em que se assistiu a reflorescer do tanka, ficou famosa pela audácia e pela quebra de convenções, pela linguagem explícita e pelo uso informal da poética tradicional.  (Da “orelha” do livro)

 

Adiantamos aqui 4 (quatro) poemas do livro:

 

 

         2.

                               aqui agora
                paro    para recordar
                       da minha paixão
           sem medo da escuridão
          eu vivi      como um cego

 

 

         7.

                            flor de camélia
           também a flor de ameixa
                     ambas são brancas
            mas     meu pecado vejo
              só    na cor do pêssego

 

 

         8.

                             mamilos duros
             revelam-se os mistérios
                            tão docemente
                uma flor    desabrocha
               vem tingida de carmim

 

 

         15.

                            ontem   à noite
              sob a luz    de uma vela
                            longos poemas
            palavras    que trocamos
          foram prolixos     demais?

 

 

Página publicada em março de 2018

 


 

 

 
 
 
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