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Sobre Antonio Miranda
 
 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 

Foto e biografia: pt.wikipedia.org

 

GIOSUE CARDUCCI

 

Giosuè Carducci (Valdicastello, 27 de julho de 1835 — Bolonha, 16 de fevereiro de 1907) foi um poeta italiano.

Foi o primeiro italiano agraciado com o Nobel de Literatura, recebido em 1906.

Fez universidade em Pisa e com apenas 25 anos ocupou a cátedra de literatura italiana da Universidade de Bolonha. Na juventude foi a figura central de um grupo de poetas que pretendia banir o romantismo para retornar à tradição clássica, tendência que manifestou em Rime (1857), sua primeira coletânea de poemas. Com preocupações ideológicas e humanísticas publicou as coletâneas Juvenilia (1868) e Levia gravia (1861-1871). Mais tarde evoluiu para uma postura menos radical e, com sua nomeação para senador (1890), aceitou publicamente o regime monárquico. Ainda foram marcantes os versos de Rime e ritmi (1899), obra de exaltação ao espírito italiano. O livro Odi barbare (1877) foi considerado sua obra-prima.

Pode-se encontrar colaboração da sua autoria na revista Atlântida[1] (1915-1920).

 

 

TESTI IN LINGUA ITALIANA -  TEXTOS EM PORTUGUÊS

 

MEUS VERSOS DOS OUTROS. Traduções de poetas italiano por Oscar Dias Corrêa. Edição bilíngue.  Rio de Janeiro: Academia Brasileira de Letras, 1999. 250 p.  (Coleção Afrânio Peixoto, 46)  14,5 X 18 cm.  ISBN 85-7440-018-1   Ex. bibl. Antonio Miranda

 

PIANTO ANTICO

 

L'albero cui tendevi
La pargoletta mano,
Il verde melograno
Dei bel vermigli fior,

 

Nel muto orto solingo
Rinverdì tutto or ora
E giugno lo ristora
Di luce e di calor.

 

Tu fior della mia pianta
Percossa, inaridita,
Tu,dell'inutil vita
Estremo, unico fior,

 

Sei nella terra fredda,
Sei nella terra negra,
Ne il sol più ti rallegra,
Ne ti risveglia amor.

 

 

TEXTOS EM PORTUGUÊS
Tradução: OSCAR DIAS CORRÊA

 

PRANTO ANTIGO

A planta a que estendias
A pequenina mão,
A romanzeira em grão,
De bela e rubra flor,

No jardim mudo e só,
Verdece tudo agora
E junho a revigora,
De luz e de calor.

 

Tu, flor da minha planta,
Golpeada e ferida,
Tu, desta inútil vida,
Única, extrema flor,

Estás na terra fria,
Estás na terra negra,
Nem mais o sol te alegra,
Nem te desperta amor.

 

 

Página publicada em janeiro de 2019


 

 

 
 
 
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