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Sobre Antonio Miranda
 
 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 

GUILHERME MANSUR

  

“MURO / MIRROR”

composição gráfica  

Extraído de:
PALMER, Michael.   Passagens. Tradução Régis Bonvicino.  Ouro Preto, MG: Gráfica Ouro
 Preto, 1996.  s.p.  Projeto gráfico: Guilherme Mansur /Arlindo Diorio.   Vinheta: Pássaro (símbolo de passagem) dos índios juruna.


Poeta, editor e tipógrafo, nasceu em Ouro Preto, MG.
Nos anos 70, atuou no movimento de “Arte Postal” e participa da “International Mail-art Exhibition” (Monza, Itália). Funda e edita a revista-saco “Poesia Livre” por nove anos.
Na década seguinte edita livros de poesia de Álvaro Andrade Garcia, Haroldo de Campos, Carlos Ávila, Sylvio Back, Jussara Salazar, Régis Bonvicino, Laís Corrêa de Araújo, Paulo Leminski e Alice Ruiz, entre outros. Monta o poema-instalação Sísifo.
Nos anos 90 edita a série de poemas-cartazes Não/Nada com vários colaboradores como Augusto de Campos e Arnaldo Antunes, entre outros. Monta o poema-instalação Quadriláxia e publica o seu primeiro livro de poesia, Os sete fôlegos (Ed. Risco do Ofício), depois reeditado sob o título Gatimanhas & Felinuras, em parceria com Haroldo de Campos (Ed. Katze Caderno). Executa por quatro anos uma série de chuvas de poesia das torres das igrejas de Ouro Preto. Faz a reforma gráfica do “Suplemento Literário de Minas Gerais” e trabalha como paginador do jornal durante oito anos. Publica a plaquete Hai-Kais, com Alice Ruiz (Ed. Cantaria). Dirige oficina de editoração no Festival de Inverno da UFMG. Monta o poema-instalação Bashôbananeira. Cria a série Bandeiras ¬– Territórios Imaginados, poemas verbo-visuais. 
Anos 2000. Edita a revista de fotografia Lambe-Lambe. Cria a fonte digital Verga, publicada na revista “Tupigrafia” (São Paulo). Funda e edita o jornal de arte e poesia “Amilcar”. Publica os livros Barrocobeat (Ed. Tigre do Espelho), e Bené Blake, com Dimas Guedes (Ed. Cantaria). Publica os calendários Na carta que veio de Minas / Um ósculo de óxido de ferro (2005) e Bananeiravodum (2006), com Nair de Paula Soares. Cria “Alfacine”, série de alfabetos reunindo fontes digitais e cinema.
Tem poemas publicados em diversas revistas e jornais literários, entre os quais “Suplemento Literário de Minas Gerais”, “Mais” (Folha de S.Paulo), “Folhinha” (Folha de S.Paulo), jornal “Nicolau” (Curitiba), revista “Bric-a-Brac” (Brasília), revista “ETC” (Curitiba), revista “Olhar” (Universidade São Carlos) etc.

Fonte da biografia: http://www.dubolsinho.com.br

 

Descobri o trabalho editorial criativo de Guilherme Mansur tempos atrás numa de minhas visitas a Ouro Preto, cidade colonial de Minas Gerais, comprando um de sua revista-saco “Poesia Livre” e, mais recentemente, adquirindo algumas das edições de livros de qualidade gráfica e beleza artesanal de suas edições da Gráfica Fundo de Ouro Preto para a minha coleção de livros de poesia. Algumas de suas peças são disputadas por bibliófilos, mas ele também incursiona, com inovação constante nas experiências visuais por computador. Escreve com imagens. Escolhemos um exemplo em que ele cria ele “transforma bicho no nome ou o nome em bicho”; experimentalismo com as letras nas composições verbivisuais. Um ensaio visual que foi publicado na revista Sibila (...)  e o outro em um livro infantil surpreendente. Neste último caso, devemos adquirir o livro que é válido para crianças e jovens, mas sobretudo para adultos que apreciam a arte verbal e o letrismo na hibridez da poesia visual contemporânea. Vale a pena conferir.  Antonio Miranda

 

 

MANSUR, Guilherme.  Bichos tipográficos. Sabará, MG: Edições Dubolsinho, 2007.  s.p.  ilus. col.   formato 17,5X17  cm.  ISBN 978-85-87728-36-4.  Edição bela e singela de criatividade, transformando letras em figurações de animais para o público infanto-juvenil, mas de interesse para os que estudam a arte verbal ou verbivisual.  Col. A.M. (EE) 

 

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MANSUR, Guilherme.  Barcolagem.  São Paulo: Dulcinéia Catador, 2010.  34 p.  11,5x15,5  cm.  Capa de papelão pintada a mão.  Contato da editora:
http://dulcineiacatadora.blogspot.com.br/

 

Luz na luz
E tateio-te
A chama me chama

 

Nosfusão
Todas as
Noctâmbulas noites

Raiofusa
Através do
Pensamento-labareda

 

CAMPOS, Haroldo de; MANSUR, Guilherme. Gatimanhas & Felinuras.  Colaborações           especiais de Paul Klee, Christopher Middleton, Kurt Schwitter.  Ouro Preto, MG: Gráfica Ouro Preto, 1994.  33 p.  ilus. p&b  15,5x22,5 cm  autógrafo de Guilherme Mansur.  Edição da katze Caderno nonada.  “Poemas gatemáticos, ou seja, sobre os gatos, paixão dos autores.”  Col. A.M.

Poemas de Guilherme Mansur, extraídos do livro:

 

se um

 

se um

gato (

gota )

malhado ( num oceano de

telhados )

for(

flor)

tomando sol

( na água furtada )

 

 

o rato

 

o gato

apto

capta

no ato

com tato

nato

 

o que cata

e rápido

num rapto

o rato

 

 

 

 

caligrama do gato zen” de JULIO PLAZA

 

 

 

 

 

Veja também:

HAICAIS DEDICADOS A PAULO LEMINSKI

 

 

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