Home
Sobre Antonio Miranda
Currículo Lattes
Grupo Renovación
Cuatro Tablas
Terra Brasilis
Em Destaque
Textos en Español
Xulio Formoso
Livro de Visitas
Colaboradores
Links Temáticos
Indique esta página
Sobre Antonio Miranda
 
 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



 


NIDA CHALEGRE

 

Brasília/DFNida, gaúcha de Pelotas, é formada em Arquitetura e Urbanismo, com especialização pedagógica, pela UNISINOS – Rio Grande do Sul / RS. Foi Coordenadora de Meio Ambiente do Ministério de Minas e Energia, Coordenadora de Meio Ambiente da área energética do Mercosul, Conselheira do Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA e do Conselho Nacional de Recursos Hídricos. Considerada pela Organização Latino Americana de Energia - OLADE como uma das nove mulheres expoentes em desenvolvimento sustentável da América Latina, tem escrito artigos e realizado conferências sobre o tema ambiental em universidades, congressos e seminários no Brasil e em outros países como Cuba, Colômbia, Argentina, Equador, Uruguai, Paraguai e Chile. Em 1996 inaugurou em Brasília um centro de formação e aperfeiçoamento de profissionais em Design de Interiores – Decor Nida Chalegre - Arquitetura & Interiores (www.nidachalegre.com.br), tendo sido reconhecida como a “decoradora revolucionária”, tanto por suas idéias e empreendimentos inusitados, como pelo fato de procurar difundir e facilitar o acesso das pessoas ao bom gosto. Como poetisa publicou em 2002 seu primeiro livro de poemas intitulado "Maturidade" e teve e o seu poema "Apaixonar-se" premiado, em maio de 2003, em 5º lugar no 1º Concurso Nacional de poesias promovido pela aBrace. Seu poema “A armadilha da Paixão” foi premiado em 2005 com o Prêmio Artez de Literatura.www.nidachalegre.com.br

 

 

TE QUERO

 

em nossa cama 

em meu seio 

em meu corpo 

 

 

TE QUERO

 

em meus olhos 

em minha boca 

todo dentro de mim 

 

 

TE QUERO

 

a vigiar teu sono tranqüilo 

te dando todo carinho 

na troca da respiração 

 

 

TE QUERO

 

acordando ao meu lado 

meu corpo enroscado 

fundidos num só 

 

 

TE QUERO

 

como amante 

como amigo 

como companheiro 

em todos os momentos de vida 

louca ou sã 

 

 

TE QUERO 

   

NOS CAFÉS DA MANHà 

 

Quando o mundo não cabe 

mais dentro do universo 

e te sentes imerso  

no inverso do que costumavas ser 

 

 

Quando teu olhar não se define 

e imprime 

vago e ansioso 

apenas o momento amoroso 

que o gozo não te deixa esquecer 

 

 

Quando ficas horas olhando o infinito 

e o espaço finito 

já para ti 

não tem mais sentido 

 

 

Quando o dia a dia já não te aborrece 

     e não brigas mais pelas pequenas coisas 

     que achas que mereces 

 

 

é porque tudo já tens 

e sabes que mais uma vez 

a paixão te invadiu 

e sacudiu tua comodidade 

 

 

     Ou terás descoberto 

     a fórmula da felicidade? 

 

 

A ARMADILHA DA PAIXÃO  

 

Podemos ter mil filosofias 

sobre o que deve e o que não deve ser feito 

Podemos ler montes de livros de auto-ajuda 

cairmos na luta 

e com maestria 

discursarmos teorias 

controlarmos os sentidos 

demonstrarmos segurança  

 

Mas um belo dia 

você cai numa armadilha 

seu coração se apaixona 

o tesão domina seu ser 

e você não quer nem saber 

de tanta sabedoria 

joga fora todas as teorias 

se entrega com prazer 

 

você sabe mesmo que vai sofrer

 

ESPEJOS DE LA PALABRA / ESPELHOS DA PALAVRA 3 (POEMAS EN DOS IDIOMAS –
POEMAS EM DOIS IDIOMAS)
Org. Roberto Bianchi.  Montevideo: aBrace editora,
203.120 p.  Inclui os poetas brasileiros: Angela Togeiro, Brenda Mar(qu)es, Christina
Hernandes, Claudio Márcio Barbosa, Clevane Pessoa, Dymythryus Padilha, Fátima
Sampaio, Fernando Braga, Gacy Simas, Giselle Serejo, Kydia Mateos, Lucas
Guimaraens, Marcelo de Oliveira Souza, Marco Llobus, Marcos Freitas, Maria Angélica
Bilá Bernardes, Mariney Klecz,  Neuza Ladeira, Nida Chalegre, Nilza Amaral, Nina
Reis, Noralia de Melo Castro, Novais Neto, Oleg Almeida, Pedro Franco, Roberto
Ferrari, Rodrigo Marinho Starling, Rozelene Furtado de Lima, Tânia Diniz e  Tarcísio
Pádua.   N. 06 518

 

TEXTO EM PORTUGUÊS

 

PLENITUDE

Não necessito de mais ar
Não necessito de mais espaço
Não necessito de mis nenhuma distração
Porque és hoje todo o ar que respiro
todo o espaço que ocupo
todo o meu pensamento
mesmo aquele mais oculto
É em teu corpo
aonde navego com as minhas emoções
aonde interpreto as canções
aonde todos os dias
se renova meu querer
é nele aonde quero morrer


A DANÇA DA PAIXÃO
Pendurada ao teu corpo
Ao som de um tango
Apoio-me no teu peito suavemente
E com divina devoção
Encostos meu rosto no teu
Preparando-me para seguir a tua condução
Ao sentir a firmeza do teu abraço
Qual serpente a me enroscar
Excluo qualquer pensamento da mente
Cerro os olhos
E me deixo levar
Meus pés então vão deslizando
E rabiscando no piso
As batidas incontidas do meu coração
Sinto a tua respiração
Que por vezes suave
Outras vezes agitada como um mar revolto
Acompanha o ritmo incomparável
do bandoneón
A cada giro sei que ao voltar
Ali
estarás a me esperar
A cada enrosque te prendo
Rapidamente
Para marcar-te a minha presença
A cada sacada te digo que sou livre
Mas que volto
para ti
Assim que me convidares
E no acorde final
Numa passada súbita e conclusiva
Como no ápice de um ato de amor
Nossos corpos
Úmidos e exaustos
Em um êxtase que nos leva ao infinito

Terão dito em poucos minutos
O que as palavras
Jamais poderiam expressar.


               
TEXTO EN ESPAÑOL

           No necesito más aire
No necesito más espacio
No necesito ninguna distracción
           Porque eres hoy todo el aire que respiro
todo el espacio que ocupo
todo mi pensamiento
aún aquel más oculto
            Es en tu cuerpo
donde navego con mis emociones
donde todos los días
se renueva mi querer
y en él adonde quiero morir


LA DANZA DE LA PASIÓN

          
Suspendida en tu cuerpo
Al son de un tango
Me apoyo en tu pecho suavemente
Y con divina devoción
Recuesto mi rostro en el tuyo
Preparándome a seguir tu conducción
           Al sentir la firmeza de tu abrazo
Cual serpiente que se enrosca
Excluyo cualquier pensamiento en mi mente
Cierro los ojos y me dejo llevar
           Mis pies entonces se van deslizando
Dibujando en el piso
Los latidos incontenibles de mi corazón
Siento tu respiración
Que por momentos es suave
Otras veces agitada como un mar revuelto
Acompaña el ritmo incomparable del bandoneón
Allí estarás esperándome
A cada enrosque te atrapo
Rápidamente
Para marcar mi presencia
A cada pedido te digo que estoy libre
Pero vuelvo a ti cuando me convidas
               Y en el acorde final
En una pasada súbita y definitiva
Como en la cumbre de un acto de amor
Nuestros cuerpos húmedos y exaltados
En un éxtasis que nos lleva al infinito
Habrán dicho en pocos minutos
Lo que las palabras
jamás podrían expresar.


*
VEJA e LEIA outros poetas do Brasil em nosso Portal:
https://www.antoniomiranda.com.br/Iberoamerica/brasil/brasil.html
Página publicada em janeiro de 2026

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Voltar à página do Distrito Federal Voltar ao topo da página

 

 

 
 
 
Home Poetas de A a Z Indique este site Sobre A. Miranda Contato
counter create hit
Envie mensagem a webmaster@antoniomiranda.com.br sobre este site da Web.
Copyright © 2004 Antonio Miranda
 
Click aqui Click aqui Click aqui Click aqui Click aqui Click aqui Click aqui Click aqui Click aqui Click aqui Home Contato Página de música Click aqui para pesquisar