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Sobre Antonio Miranda
 
 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

LUIZ FELIPE VITELLI 

Luiz Felipe Vitelli Peixoto nasceu em Soure – Marajó, Pará, em 1955, e mora em Brasília desde 1969. É professor de arte na SEDF, poeta, artista plástico, artesão, joalheiro, foi conselheiro de cultura de Planaltina, delegado de cultura, é ambientalista conservacionista e compositor. Em 1979 começou a participar de salões locais e nacionais, sendo premiado em vários, participando até hoje. Atualmente faz trabalhos voluntários junto a comunidades de baixo IDH por todo o DF, dentro da área em que atua. Diversas instituições culturais possuem suas obras em seus acervos. Participou de vários Festivais de música em Brasília e outros estados. Tem trabalhos publicados em diversas antologias, entre elas, a do Prémio SESC de poesia CARLOS DRUMMOND ANDRADE. Faz poesia desde os 12 anos, e há muitos anos participa de Saraus por todo o DF. Participou do Brasília outros 50. Foi voluntário no Instituto MARIA DO BARRO e membro da Associação Tribo das Artes e co-fundador do coletivo CONTRA IN-VERSOS. Atualmente é membro da Cia de Teatro Cara D'Palco e Cia de teatro H20 e Coordenador do Ponto de Cultura da Tribo das artes.

 

TEMPO

 

Nesse estado de coisas

Tempestivo.

Nesse estado

Em que me encontro

Temporal.

Nesse estado de espirito

Tempestade.

Nesse estado de sitio

Tempo rei.

O tempo para,

Acelera,

Retarda.

Jah era!

Eu me perco em seu tempo

De primaveras!

 

 

 

FLOREADO ENAMORADO

 

Quero você e seus dias

Sempre bem

Mesmo que o horizonte

Esteja pintado

Com chuvas,

Pancadas e trovoadas

No decorrer dos dias.

Acredite:

Os meteorologistas

Costumam errar

Em matéria de desejos

Amores e previsões.

Eu não!

 

 

 

ORIGAMI

 

O tempo silenciosamente

Dobra as horas como origami

Envelopa delicadamente

Como se pescam estrelas.

Observa a conjunção dos astros

Monta seu mapa astral!

 

 

 

 

NÓS

 

Nós na voz

Damos nós no peito

Na vez de vós

A sós

Tiram nossos direitos

Habitam em nós

Tantos nós

Gritos sem ter jeitos

Daremos nós

À sua voz

E aos seus defeitos

Ao nosso jeito!

 

 

 

 

SUB MITO

 

Não vou divagar com a dor

Porque meu santo não é de barro.

A cor da minha pele tem cores.

Não tenho senhores nem pares.

Se o acaso casa comigo,

Eu caso contigo e descaso.

Os meus medos eu enterro

Em estrelas distantes daqui,

Pois o DF tem becos e escombros,

Duas praças com três poderes de luxo,

Agostos tristes, ricaços políticos coorruptos,

E eu, sem dinheiro, em Brasília, sou feliz.

E daí?

 

 

Página publicada em dezembro de 2017

 

 

 


 

 

 
 
 
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