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Sobre Antonio Miranda
 
 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 




GUSTAVO DOURADO

Gustavo Dourado "Amargedom". Escritor, poeta, pesquisador e educador.. Bahiano de Recife dos Cardosos-Ibititá-Chapada Diamantina. No DF há 29 anos, atua nos movimentos poéticos, ecológicos, populares, estudantis(UnB), socioculturais e alternativos.

Presidente emérito do Sindicato dos Escritores e membro do Instituto Histórico e Geográfico.

Publicou centenas de cordéis na Internet e em várias antologias poéticas. Seu trabalho de poeta e cordelista foi objeto de estudo na UnB e na Secretaria de Educação do DF. Foi tese de mestrado na Universidade Federal de Ouro Preto e tese de doutorado na Universidade Federal da Paraíba. No exterior, o trabalho de Dourado tem sido referenciado pela Unesco e por pesquisadores como Mark Curran (USA), Sylvie Debs (França), Sylvie Raynal (França), Wolf Lustig (Alemanha). Foi premiado na Áustria.

www.gustavodourado.com.br
www.gustavodourado.ebooknet.com.br

 

veja também: POESIA VISUAL de Gustavo Dourado

Os poetas Gustavo Dourado e Rubenio Marcelo na abertura da I Bienal Internacional de Poesia de Brasília, dia 3 de setembro de 2008. Gustavo Dourado participou da cerimônia de abertura lendo o cordel em homenagem a Affonso Romano de Sant´Anna.

Cordel para Antônio Miranda... por Gustavo Dourado ]

 

Extraído de:

BRIC A BRAC    21 ANOS   MAIOR IDADE.  Brasília: Caixa Cultura, 2007.  112 p. ilus. col.  23x21 cm.. Exposição comemorativa . Curadoria e projeto expositivo: Marilia Panitz.   Coordenação Geral: Luis Turiba.  Inclui poemas visuais e arte gráfica.  Inclui poemas visuais de Luis Turiba, Manoel de Barros, Paulo Leminski, Zuca Sardanga, Nanico, Franciso Kaque, Wagner Barja, Paulo Andrade, Antonio Miranda, Bernardo Vilhena, Paulo Cac, Ariosto Teixeira, Elizabeth Hazin, José Paulo Cunha, Fred Maia, Nicolas Behr, Claudius Portugal, Ronaldo Cagiano, TT Catalão, Francine Amarante, Adeilton Lima, Maria Maia, Ronaldo Augusto, Augusto de Campos, Arnaldo Antunes, José Rangel Farias Neto, Menezes e Morais, Cristiane Sobral, Eduardo Mamcasz, Vicente Sá, Nance Las-Casas, Bic Prado, Angélica Torres Lima, Flavio Maia, Ronaldo Santos, Joanyr de Oliveira, Sylvia Cyntrão, Carlos Roberto Lacerda, Carlos Henrique, Fernanda Barreto,  José Edson, Vera Americano, Alice Ruiz, André Luiz Oliveira, Carlos Silva, Charles Peixoto, José Roberto Aguilar, Estrela Ruiz, Renato Riella, Chico César, Francisco Alvim, José Roberto da Silva, Eudoro Augusto, Amneres, Gustavo Dourado, Alexandre Marino, e ilustradores: Resa, e fotógrafos, etc. 



De

PHALABORA

http://www.ebooks.avbl.com.br/biblioteca1/lv/phalabora.exe

 

PHALABORA é uma obra capital. Uma vanguarda que sobrevive... Por que? Edgar Morin lembra que toda vanguarda é a retaguarda do futuro... mas é também parte da transformação, concluímos... GUSTAVO DOURADO provou sua capacidade com PHALABORA e deve retomá-la e superar-se. Está bem que ele escreva cordéis, o que quiser. Mas continuamos esperando pelos desdobramentos de sua PHALABORA!     ANTONIO MIRANDA. (Brasília, junho de 2017)

 

 

*POiESis*
(A Elomar)

Arte de fazer: arte
Poesio-poemo
Poesi-poem: tao: luzen.
Poundeio: poundeuma: 

Poundemônio
Pounderground...

fanomelogopéico
Maiakóvskhliébnikovo
Bashomero: confucino
Arnaud Daniel: noigandresa.
Cantos encantos: cantares
Rimbaudelaire:
Avgustom trovadouro signauta
Ideogramia: hidromel aether logos: pã-fauno.
Whit-man(ia): Blakeats; ValeRylke: Beatles.
Dia dado dedo: dardo diedro: cordelo
Paca cara paga: paca cara : compro
Aderaldo visionário cego de improviso ritmado
Trova martelo galope: sertanauta viandante...
Repente-concretom: Zé Limeira abismundo
Poesi: Carrol: Mallarmil-mel
Camões: Bernadim: Pessoa Rosa
Lorca: Glauber: Bertrans de Born: Elomar...

Babelíngua (viagem) via

Babelangue:Babelônia

Babeluz...

 

 

GUÍMÃ-ROSA

 

 

LínGuímã 

 

Língua! Por(tu)Guesa errante

Lusídica rosa personalisada

Experimentaliso la langue

Nas ancas filo-lógicas do ver.so...

 

 

Contrapasso-lhe no um.bigo:

Bahianauta barrococó Gregório

RiobalDiadorim Cas.murro Borba

Poli.carpideiro Caminha Drummond

Matias Aires, Bernardim... Vieira

 

 

Machado! Motor-serra textualma

Álvaro Ricardo Alberto metalingual.

Santa Cecília... cancioneira...

Murilo, Jorges, Sousândrade

Andrades, Campos, Bandeiras,

SantoSilvas, Dourados, Pereiras

Assis, Moraes, Meireles...

Sera.fim Ponte Grande Mira o Mar

Modierna Bossa Nova: Tropicália.

Lima Barretom Jobim

 

Cobra Cabral Macunaíma...

Rosa de Hiroshima.

Rosa das Minas.

 

Embaixador do Ser-Tao

Compositor de Veredas...

Guímã-Rosa do Povo...

 

 

 

BÓRGEA

 

Aleph que me circunda
Alma literária erodindo a língua
Ás da linguagem scoolturalfa
Esculpindo metamorfoses sonoras
Abstraindo metafísica no sono
Ultraísta em Mitra shivagando
Almíscar da palavra em ignição
Derrama sobre nós tua fertilidádiva:
Klarividente gladiador d'alquimia.

 

 

.

BRASILÍNGUA

Laço em laço: enlace-me
Pindoramafro: luzilázia
A língua de Juca Pyrama
Zumbi(u) Camoni.ânima
Lux.afra - tupi.guarânia
Morenua Rósea Sertântrica.
Floresce(u) Latim por tin.tim:
Roma Romã: proema
D'África: Axé-Nagô
Brasilis: Naturativa
Antropofálica Mistura:
Frevo-fervor: Paraguaçú
Línguímã: Mode.grama: Nheengatu
Por tu(guesa): faço-me errante ente
Navega lume! Sempre nu navegante
Trovejo o silêncio do Univer.som
Relampe(le)ando a Língua-gen
Dos grãs Sertons: Lusíadas...
Veredas...

.

A-GRAMATICAL

 

Cordel para Augusto dos Anjos . 

 

Augusto dos Anjos brilha

No concerto universal

Poeta cientificista

Luz infinitesimal

Cosmogônico-biológico

Místico e transcendental...

 

No Estado da Paraíba

O vate Augusto nasceu

1884...20 de abril...

O fato assim decorreu ...

No engenho Pau-D´arco:

Sua mãe o concebeu...

 

Alexandre dos Anjos, pai

A mãe, Córdula Carvalho...

Os genitores do Poeta

Deram a carta do baralho

Nos doaram o Augusto

Um Poeta sem retalho...

 

Na Vila do Espírito Santo

Augusto foi batizado...

A 27 de fevereiro

Deu-se o fato aqui narrado

Em 1885:

Fica assim historiado...

 

Quarto de nove irmãos

Augusto foi destacado

Sempre leu desde menino...

À leitura, sempre dado...

Na bilblioteca do pai:

Foi um leitor aplicado...

 

No Liceu Paraibano...

Estudou Humanidade

Ano 1900...

Deu asas à liberdade

Sente o cheiro da poesia

No calor da mocidade...

 

No Almanaque da Paraíba

Primeiro soneto publicado

Foi aos 16 anos...

O fato foi registrado...

Dava-se o início

De um Poeta inusitado...

 

Seu amigo Órris Soares

Em sua vida presente

Companheiro nos estudos

Plantou a boa semente

Amigo inseparável:

Em um mundo incongruente...

 

O poeta sofreu muito

Um romance interrompido

Teve um filho abortado

Foi-se um amor perdido

A mãe persegue a amante:

Uma morte sem sentido...

 

A cidade de Paraíba

Era capital do Estado

A futura João Pessoa

Deu-lhe verso inspirado

Colaborou em O Comércio

Como poeta e letrado...

 

Ano 1903

Entra para a Faculdade

Faz Direito no Recife

Vence a adversidade

Cultiva o conhecimento

Cresce em multiplicidade...

 

Em 1907...

Em Direito, bacharelado...

Na Faculdade do Recife

Junto com Gilberto Ama do

Na turma de Órris Soares

Sempre amigo ao seu lado...

 

1907/1908

Dá aula particular...

Suado seu ganha-pão:

Duro para conquistar

A sobrevivência é difícil:

Nesse mundo de lascar...

 

Do Liceu Paraibano:

Foi nomeado professor

Na área de Literatura

Augusto era doutor

Foi um mestre de renome

De destacado valor...

 

Pronuncia conferência

Sobre a escravidão

No dia 13 de maio

Data da libertação...

Manchou a humanidade:

A triste escravização...

 

Ano 1909...

A conferência se deu

Ante o Governador

A palestra ocorreu...

O Poeta mostrou a face

Do horror que aconteceu...

 

Em 1910...

Deu-se o seu casamento

Com a sua conterrânea,

Expressão do sentimento:

De nome Ester Fialho:

É o amor em movimento...

 

Abandonou a Paraíba:

Briga com o Governador

Vai pro Rio de Janeiro

Como eterno buscador

Lá reside por 2 anos:

Atua como educador...

 

Na Capital do País

Passo u por dificuldade

Morou na Avenida Central

Da grandiosa Cidade

Residiu em vários lugares:

Tempos de adversidade...

 

Em 1911

Perdeu o filho primeiro

Que morreu setemesino

Foi-lhe um tiro certeiro

A dor do poeta é grande

Sentiu abalo por inteiro...

 

Na Escola Normal:

Nomeado professor

No Colégio Pedro II

Foi mestre educador

Substituiu a João Coelho:

Lecionou com muito amor...

 

Em 1912

O livro Eu é lançado

Em edição particular

Por Odilon ajudado

Que é irmão de Augusto:

Livro bem patrocinado...

 

No mesmo ano do livro

A filha tem nascimento...

O Poeta segue em frente

Em constante movimento

Lutou pra sobreviver:

Apesar do sofrimento...

 

Em 1913:

De Guilherme, o nascimento

Novo filho do Poeta:

Mexeu com seu sentimento...

Augusto Poeta Maior:

Foi um ás no pensamento...

 

Foi para Minas Gerais

Nomeado Diretor

Cidade de Leopoldina

Um Poeta Professor...

É o princípio do fim

De um grande pensador...

 

Chegou em Leopoldina

Pra dirigir grupo escolar

Escola Ribeiro Junqueira

Pouco tempo a comandar

Ano 1914...

A gripe vai lhe matar...

 

Acometido da gripe

Vem uma pneumonia...

Nosso poeta a sofrer

Não conseguiu harmonia

No dia 12 de novembro:

Mudança de sintonia...

 

Morreu o Poeta Maior:

Pobre e desconhecido

Um gigante na Poesia

Em pouco tempo vivido

Um dos melhores poetas

Que eu tenho sempre lido...

 

Poeta incomensurável

Transmutador da linguagem

Um gênio da Poesia...

Que deixou forte mensagem:

Apocalítico e monumental:

Cultivemos sua imagem...

 

 

 

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