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Sobre Antonio Miranda
 
 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 

SOPHIA DE MELLO BREYNER ANDRESEN

(1919-2004)

 

 

Nasceu no Porto. Freqüentou Filologia Clássica na Universidade de Lisboa, mas não chegou a terminar o curso. Foi casada com o jornalista Francisco Sousa Tavares e mãe de cinco filhos, que a motivaram a escrever contos infantis. Motivos concretos e símbolos excepcionais para cantar o amor e o trágico da vida foi-os buscar ao mar e aos pinhais que contemplou na Praia da Granja; com a sua formação helenística, encontrou evocações do passado para sugerir transformações do futuro; pela sua constante atenção aos problemas do homem e do mundo, criou uma literatura de empenhamento social e político, de compromisso com o seu tempo e de denúncia da injustiça e da opressão. Foi agraciada com o Prémio Camões em 1999. Obras poéticas: Poesia (1944), Dia do Mar (1947), Coral (1950), No Tempo Dividido (1954), Mar Novo (1958), Livro Sexto (1962) Geografia (1967), Dual (1972), Nome das Coisas (1977), Musa (1994).

 

Nació en la ciudad de Porto. Frecuentó Filología Clásica en la Universidad de Lisboa, pero no llegó a terminar el curso. Se casó con el periodista Francisco Sousa Tavares y tuvo cinco hijos, lo que la llevó a escribir cuentos para niños. Sus motivos concretos y símbolos excepcionales para cantar el amor y lo trágico de la vida los fue a buscar en el mar y en los pinos de la Playa de la Granja. Su formación helenística le ayudó a encontrar evocaciones del pasado para sugerir transformaciones del futuro. Por su constante atención a los problemas del hombre y del mundo ha creado una literatura de compromiso social y político, empeñada en su tiempo, denunciadora de la injusticia y de la opresión. Recibió el más alto premio de literatura de Portugal, el Premio Camões, en 1999. Obras poéticas: Poesia (1944), Dia do Mar (1947), Coral (1950), No Tempo Dividido (1954), Mar Novo (1958), Livro Sexto (1962) Geografia (1967), Dual (1972), Nome das Coisas (1977), Musa (1994).

 

 

POEMA DE HELENA LANARI

 

Gosto de ouvir o português do Brasil

Onde as palavras recuperam sua substância total

Concretas como frutos nítidas como pássaros

Gosto de ouvir a palavra com suas sílabas todas

Sem perder sequer um quinto de vogal

 

Quando Helena Lanari dizia o "coqueiro"

O coqueiro ficava muito mais vegetal  

 

POEMA DE HELENA LANARI

 

                   Tradução de Fernando Mendes Vianna

 

Me gusta oír el portugués del Brasil

Adonde las palabras recuperan su sustancia total

Concretas como frutas nítidas como pájaros

Me gusta oír la palabra con sus sílabas todas

Sin perder siquiera un quinto de la vocal

 

Cuando Helena Linari decía el "cocotero"

El cocotero quedaba mucho más vegetal

 

 

 

SONETOS. v.1.Jaboatão dos Guararapes, PE: Editora Guararapes EGM, s.d.  154 p.  16,5 x 11           cm.  ilus. col.  Editor: Edson Guedes de Moraes. Inclui 148 sonetos de uma centena de poetas brasileiros e portugueses.  Ex. bibl. Antonio Miranda




 

 

 

Página publicada em julho de 2018

 



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