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Sobre Antonio Miranda
 
 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


MIGUEL ILDEFONSO

MIGUEL ILDEFONSO

 

Nació em Apolo, Lima, em 1970. A lo largo de veinte anos há escrito una sola obra que comprende libros de poesia y de narrativa.  Los de poesia son: Vestigios, Canciones de un bar em la frontera, Las ciudades fantasmas. M. D. I. H., Heautontimoroumenos, Los desomoronamientos sinfônicos, Travesías (inédito) e Himnos (2008).  Ganador de varios premios internacionales.

 

Há vivido em Esados Unidos y viajado por muchos países.  También se dedica a la pintura.  

 

TEXTOS EN ESPAÑOL  /  TEXTOS EM PORTUGUÊS 

 

De
HIMNOS
Lima: Apolo Land, 2008

 

Yo anhelaba la sabiduría de las aves su parvor al silencio
y su morada de árboles muertos así aprendi a caminar
bajo las sombras junto a un Riachuelo ceremonioso
copiaba un verso y era como cantar al cisne muerto
mi corazón una tarde se fue entre el dorado follaje
así luego aprendi a caminar bajo el sol

 

 

Yo miraba el cielo mientras duraba el dia
pensaba em el destino de las cucarachas
sabía que cada ser es un acto y una potencia
que cada côas es matéria que se transforma
lo que no sabía era por qué seguia mirando el cielo:
“alguien debería decirte te quiero
aunque no te quiera entonces surgiria en ti
el poeta que transforma el lenguaje en algo infinito
que parte del fin para llegar al principio
y aunque dude esa duda siempre será un si”

 

De
los desmoronamientos sinfônicos

Lima: Hipocampo editores, 2008
 

 

nihil cepimus

 

la soledad de una ostra dormida. su llanto es el mar. viento nacido
de la dulce desesperación. va su aurora.  cubre la transparência
del ritual.  calles que trazan su angustia.  tránsito de no ser al ser.
hijs de la piedra.  en su rostro incorpóreo uma mariposa tiene un
sueño. todavia los fierros oxidados lo encierran.  está solo

 

 

TEXTOS EM PORTUGUÊS
Tradução de Antonio Miranda

 

 

AS PONTES

Gosto de cruzar as pontes
Seus extremos aferrados a uma superestrutura principal
                   eternas suas fundações —
Mas não é a longitude da ponte nem a largura
O que faz a quantidade verdadeira de seu fluxo
Olhar para baixo [e mais profundo
Que encontrar a visão do último pondo no céu e já não cais —
Porque as coisas foram feitas para que sejam assim
E para que tu identifiques recalcas teu coração
As interseções de união e de equilíbrio
Tampouco a paisagem no ornamento é o que nos atrai
As tais proezas como a desafiar a gravidade
Ou penetrar no bosque secreto de sua infra-estrutura
                                               de ferro e cimento —
Gosto de cruzar — por exemplo — a Via Expressa
Rir-me da morte urinando sobre o asfalto virar
para um e outro lado da ponte (ponte que eu não vejo)
                                      e sempre encontrar o mesmo.
 

 

De

HIMNOS
Lima: Apolo Land, 2008

 

 

Eu aspirava a sabedoria das aves seu pavor de silêncio
e sua morada de árvores mortas assim aprendi a caminhar
nas sombras perto d um arroio cerimonioso
copiava um verso e era como cantar ao cisne morto
meu coração numa tarde se foi entre a domada folhagem
assim logo aprendeu a caminhar sob o sol

 

          

                   ***

 

Eu olhava o céu enquanto durava o dia
pensava no destino das baratas
sabia que cada ser é um ato e uma potência
que cada coisa é matéria que se transforma
o que não sabia era por quê seguia olhando o céu:

“alguém deveria dizer te amo
mesmo não te amando / então surgia em ti

o poeta que transforma a linguagem em algo infinito
que parte do fim ao princípio
e mesmo duvidando essa dúvida sempre será um sim”.

 

De
los desmoronamientos sinfônicos

Lima: Hipocampo editores, 2008

 

 

nihil cepimus

a solidão de uma ostra dormida. seu pranto é o mar.
vento nascido do doce desespero. vai-se a aurora.
cobre a transparência do ritual.  ruas que traçam sua
angústia. trânsito de não ser ao ser.  filhos da pedra.
em seu rosto incorpóreo uma borboleta tem um sonho.

ainda os ferros oxidados o encerram. está só.

Página publicada em outubro de 2008


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