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Sobre Antonio Miranda
 
 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Foto e biografia: wikipedia

GABRIEL JAIME CARO


Gabriel Jaime Caro (Gajaka) es un poeta, editor, cronista de cine y pintor colombiano nacido en Medellín en 1950, cofundador de diferentes revistas literarias como "Siglótica", "Cine y debates", "Realidad Aparte" y "Crucimes in Usa". Su obra poética se adscribe al Neobarroco latinoamericano a partir de la expresión hermética del lenguaje. En Colombia y en Nueva York, este movimiento se redefine como "Neoberraco" con un sesgo profundamente irónico y de ácido humor (ver Manifiesto del Neoberraco, en La risa de Demóstenes, rara, III).

 

TEXTOS EN ESPAÑOL  -  TEXTOS EM PORTUGUÊS

 

GÉNESIS EN EL CENTRAL PARK

 

He llegado a una terraza de plata

He pensado: "estoy en una cárcel espiritual" y el

más diminuto de los creyentes me invita a pintar.

Yo miro desde arriba jardines...

Un carro azul de policía intenta atravesar

un follaje de ira y de relámpagos continuos.

Todo es una miseria, un cuento que va a comenzar:

África continente de un lobo, intenta descifrar.

El otro sale a gritar en su diminuto reino de sol

y

yo me quedo tranquilo con la seguridad de un pintor
de siete metros.

 

 

CÍRCULO DE LA PAZ

 

Todos escriben lo mismo

Nadie se atreve a sabotear el puente con una mirada

Quizá cerca de un casi, nada pasajero intenta pensar
— y el mismo universo en un lienzo de agua
sacudido por un vals —

Yo me aterro, y si todos volaran su instante de paz
interior que les queda, y la mía que no es ninguna paz
sonreiría atravesando choques de absurda dispersión

 

Se dicen preguntas a través de los lentes prismáticos
Bajan la bandera, y una nueva estrella toma posesión
de su cargo, e intenta acomodarse en un sofá Sin fibras... Sin miramientos...

 

 

LA RISA DE ARAFAT

 

En su sueño una niña de Milwaukee dijo

a su madre: que había soñado que era

tan rica como Elton John!

Se tomaron todas las precauciones, tratando

de no definir la cosa soñada, daba pena.

Todo se volvió un día disparatado

Un pasado que apenas comenzaba o iba a ser

Un milagro de la cabeza.

Ganas de incluirlo en la página ciento veinte

a donde llegan dulces las metáforas redondas.

 

También había dibujado en el nuevo tablero verde:
 Las treinta monedas de plata... que andaban dispersas

 

 

 

TEXTOS EM PORTUGUÊS

Tradução de Antonio Miranda

 

 

GÊNESE NO CENTRAL PARK

 

Cheguei a um terraço de prata
Pensei: “estou num cárcere espiritual” e o
o menor dos crentes me convida para pintar.
Eu miro desde o alto os jardins...
Um carro azul da polícia tenta atravessar
a folhagem da ira e de relâmpagos contínuos.
Tudo é uma miséria, um conto que vai começar:
África continente de um lobo, tenta decifrar.
O outro sai gritando em seu diminuto reino de sol
e
eu fico tranquilo com a segurança de um pintor

de sete metros.

 

 

CÍRCULO DA PAZ

 

Todos escrevem o mesmo
Ninguém se atreve a sabotar a ponte com um olhar
Talvez próximo de um quase, nada passageiro tenta pensa
— e o mesmo universo em um lençol de água
sacudido por uma valsa —
Eu me atemorizo, e se todos voaram instante de paz
interior  que lhes resta, e a minha que não é nenhuma paz
sorriria atravessando choques de absurda dispersão

 

São feitas perguntas através de lentes prismáticas
Descem a bandeira, e uma nova estrela toma posse
em seu cargo, e tenta acomodar-se em um sofá
Sem fibras... Sem reservas...

 

 

O RISO DE ARAFAT

 

Em seu sonho uma menina de Milwaukee disse
à sua mãe: que havia sonhado que era
tão rica como Elton John!
Foram tomadas todas as precauções, tratando
de não definir a coisa sonhada, dava pena.
Tudo se transformou em um dia disparatado
Um passado que apenas começava ou ia a ser
Um milagre da cabeça.
Vontade de incluí-lo na página cento e vinte
aonde chegam doces metáforas redondas.

 

Também havia desenhado no novo painel verde:
As trinta moeda de prata... que andavam dispersas
e multiplicadas em várias mãos brancas, e apenas isso,
sem porvir.

 

 

TALVEZ KALEVALA

 

         “Quando Deus dorme
         todos dormem.”

 

Na África do Sul vive a ratazana burguesa
mais gorda do mundo, come negros
loucamente.

 

Impressiona-me a repressão
do impossível.

 

— leitura de baleias:
“SE NÃO NADA A DIZER QUE VENHAM
                                   OS MÚSICOS!”

 

 

 

Página publicada em maio de 2018

 

 


 

 

 
 
 
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