Home
Sobre Antonio Miranda
Currículo Lattes
Grupo Renovación
Cuatro Tablas
Terra Brasilis
Em Destaque
Textos en Español
Xulio Formoso
Livro de Visitas
Colaboradores
Links Temáticos
Indique esta página
Sobre Antonio Miranda
 
 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 

 

ANDREA COTE

 

Andrea Cote Botero nace en Barranca Bermeja. Santander. Colômbia. (1981). Es poeta y profesora universitária. Ha publicado los libros Casa Quebrada (Antologia Lima, 2004), El espíritu dei Agua (Antologia de Mitos y Leyendas dei agua, 2003), Blanca Valera y la escritura de la soledad (ensayo, 2004) y Tina Modotti, fotógrafa al
desnudo
(Biografia. Panamericana Editorial). En el 2004 gana el Prémio nacional de Poesia de la Universidad del Esternado, en el 2005 gana el Prémio Mundial de Poesia UNESCO Ponts de Struga. Su presencia en la poesia colombiana la ubica entre las mejores voces femeninas de ese país.

 

TEXTOS EN ESPAÑOL    /    TEXTOS EM PORTUGUÊS


Noche en ti

Y si la cama es ancha
es porque eso es el pavor
Que no.
Que el sueño no es el cielo que cae en tu cabeza
la noche en ti queda
o el horizonte
rojo sangre,
verde botella.
Que qué será de ti
mi melindrosa,
que sí,
que el tiempo aunque el tiempo no acumula,
no seas zângana
ni pérfida
aprende a cerrar los ojos adentro de los párpados.
Que hagas caso
mi mimada
en duérmete mi nina se ahogan todas las infámias.
Que no,
que la cama no es sólo para el sueño,
que la noche no es Dios con los párpados cerrados.


Intolerancias

 

No es lo mismo decir que yo perdono

la larga espera,

la quietude,

la pesadumbre,

la tristeza de roble de los cuartos

y de las cosas por ahí pasando.

No es lo mismo decir

que yo perdono eso,

o que no veo,

importancia

o desmesura

en la feliz inconsciência de los árboles

pero si la veo

a cambio

en decir

que el mundo así

—reñido o arrasado—

a veces era

una voz torpe,

insublevable,

que cree que las piedras son inmóviles

y que su quietud

de tiempo y pesadumbre

y que tus propios ojos

son lo que hay

y no son más.
Pues lo perdono
porque es bela
la inconsciente beleza de las cosas
como lo es la brisa
ingovernable,
y gris
es la estampa
de los hombres sin fe
y la quietude sorda
que tienen los seres
y las cosas intactas.

 

 

 

===============================================


TEXTOS EM PORTUGUÊS
Tradução de Antonio Miranda

 

NOITE EM TI

E se a cama é ampla
é porque isso é o pavor
Que não.
Que o sonho não é o céu que cai na tua cabeça
a noite em ti fica
ou o horizonte
vermelho de sangue,
verde garrafa;
que será de ti
minha melindrosa,
que sim,
o tempo embora o tempo não acumule,
não sejas tonta,
nem pérfida
aprenda a fechar os olhos dentro das pestanas.
Que leves a sério
minha mimada
em dorme criança se afogam todas as infâmias.l
Que não,
que a cama não é apenas para o sonho,
que a noite não Deus com os olhos fechados.


INTOLERÂNCAIS

Não é a mesma coisa dizer que eu perdoo
a longa espera,a quietude,
o desassossego,
a tristeza da madeira dos quartos
e das coisas por aí passando.
Não é a mesma coisa dizer
que eu perdoo isso,
ou que não vejo,
importância
ou desmedida
na feliz inconsciência das árvores
mas se a vejo
ao contrário
dizer
que o mundo assim
— irritado ou arrasado —
às vezes era
uma voz bruta,
insurrecta
que acredita serem pedras imóveis
e que sua quietude
de tempo e pesar
e que teus próprios olhos
são o que há
e nada mais são.
Então eu perdoo
porque é bela
a inconsciente beleza das coisas
assim como é a brisa
ingovernável
mas também
assim triste
imperdoável
e cinza
é a figura
dos homens sem fé
que têm os seres
e as coisas intactas.

 

Página publicada em abril de 2011


Voltar para a  página da Colombia Topo da Página Click aqui

 

 

 

 
 
 
Home Poetas de A a Z Indique este site Sobre A. Miranda Contato
counter create hit
Envie mensagem a webmaster@antoniomiranda.com.br sobre este site da Web.
Copyright © 2004 Antonio Miranda
 
Click aqui Click aqui Click aqui Click aqui Click aqui Click aqui Click aqui Click aqui Click aqui Click aqui Home Contato Página de música Click aqui para pesquisar