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MAURO FACCIONI FILHO

 

 

Maringá. 1962. Poeta. Autor de librOs como O grande monólogo de Madrija (1989), Olhos cegos (1990) y Helenos (1998).

 

Lea otros poemas de Mauro Faccioni Filho traducidos al castellano en: http://www.zapatosrojos.com.ar/Traducciones/Traducciones%20-%20M_%20Faccioni%20Filho.htm

 

 

Primeiro princípio da dualidade

 

         sentei para escrever um poema e escrevi outro

                              sob os lençóis se mexeram seus pés nus

 

         num livro - entre duas folhas - faltou a palavra

                        que na manhã seguinte estampou os jornais

 

         a gota de sêmen - a peregrina lenta

                                   enquanto aviões cruzaram o céu azul

 

         a mesma rua que guardava em uma lembrança

                    surgiu numa manhã - bem longe da sua origem

 

         e as placas estavam nos mesmos lugares marcados

                             mas vieram escritas numa língua estranha

 

         sofrendo pela avalanche de perguntas sem respostas

                                 você veio tocar-me a nuca sussurrando

 

         e o que começou de um jeito acabou de outro

                            queimando verdades e véus e se apagando

 

 

 

Primer principio de dualidad

 

Traducción de Héctor Alvarado

 

 

me senté a escribir un poema y escribí otro

sobre las sábanas se mecen tus pies desnudos

 

en un libro —entre dos hojas— faltó la palabra

que la mañana siguiente apareció en los diarios

 

la gota de semen peregrina lenta

mientras aviones cruzan el cielo azul

 

la misma calle que guardaba en el recuerdo

surgió una mañana muy lejos de su origen

 

y los anuncios estaban en sus lugares marcados

aunque escritos en una lengua extraña

 

sufriendo por la avalancha de preguntas sin respuestas

viniste a tocarme la nuca susurrando

 

y lo que inició de un modo acabó de otro

quemando verdades y nieblas y apagándose.

 

 

Em colaboração com a revista mexicana ALFORJA- REVISTA DE POESÍA. Texto selecionado originalmente por Floriano Martins, publicado no n. XIX, invierno 2001.




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