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DESTERRO

   Poema de Antonio Miranda

Na Ilha de Santa Catarina
nas ruelas do Desterro
no calçamento coberto de capim
onde cavalos e muares
Oscar Constatt (1871) constatou
condenados (“presos dois a dois”)
acorrentados, com seus uniformes
azuis e guarnições encarnadas.

Sem as condições necessárias
à regeneração moral dos delinquentes”
emparelhados, expostos como indigentes
e em condições humilhantes:
“ficam cada vez mais calejados
moralmente”
os degredados.

Lotados em ilhas e fortalezas
sem os mínimos cuidados
agrupados promiscuamente
sem “ter em vista a duração
da sentença”
e a natureza dos crimes —
ou então
fugindo e desaparecendo
pela falta de vigilância.

O que mudou desde então?


 

 

 
 
 
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