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POESIA MUNDIAL EM PORTUGUÊS

VELIMIR KHLÉBNIKOV

(1885 – 1922)


Velimir Khlébnikov (em russo: Велими́р Хле́бников, pseudônimo de Viktor Vladimirovich Khlebnikov; aldeia de Malye Derbety, República da Calmúquia, próxima ao atual Oblast de Astrakhan, 28 de outubro jul./ 9 de novembro de 1885 greg. — Aldeia de Santalovo, no atual assentamento urbano de Krestsy, Oblast de Novgorod, 28 de junho de 1922) foi um erudito e poeta vanguardista russo, cronologicamente, o primeiro vanguardista na poesia russa.

(...) Considerado pelo linguista Roman Jakobson o poeta mais original do século XX, dentre suas obras, destacam-se poemas como Ka (1916) e Elefantes Batiam-se a Golpes de Marfim (1911), e é também citado por alguns como um poeta esotérico, talvez em função da sua interpretação de livros sagrados, como se percebe em poemas como "O único livro".

Distanciando-se rapidamente do Simbolismo inicial, é considerado por seus principais tradutores de língua portuguesa um precursor do surrealismo, pelo uso de imagens inusitadas, apesar do aspecto também construtivista ou positivo de sua poesia. Apesar de ser classificado como "Cubo-futurista", sua poesia não esboça nenhum fascínio com o mundo das máquinas, estando seu trabalho mais próximo de um certo Primitivismo eslavista, explorando imagens da vida rural e sons primordiais das línguas eslavas, por exemplo.(...)

Biografia completa na wikipedia:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Velimir_Khl%C3%A9bnikov

 

KHLIÉBNIKOVEu e a Rússia. Poemas de Khliébnikov. Seleção, tradução e notas Marco Lucchesi.  Rio de Janeiro: Bem-Te-Vi, 2014.  Ilus. col.  Edição bilíngue Russo – Português.  Inclui os textos: “Vielimir Khlébnikov no Brasil e em Asthakhan, por Valerii Bossenko;  “Esta edição” / “As pedras da Pérsia”, por Marco Lucchesi. E “Entrevista a Zóia Prestess”.. Ex. bibl. Antonio Miranda

 

Bem pouco me basta!
A crosta de pão
a gota de leite.
E mais este céu,
com as suas nuvens!

*

Anos, homens e povos

fogem para sempre,

como água corrente.

No espelho dúctil da natureza

somos os peixes — rede, as estrelas,

os deuses: fantasmas e trevas.

 

*

 

NÚMEROS

 

Eu vos contemplo, ó números!,
E vós me vedes, vestidos de animais, em suas peles,
As mãos sobre carvalhos destroçados,
Ofereceis a união entre o serpear
Da espinha dorsal do universo e a dança da balança.
Permitis a compreensão dos séculos, como os dentes numa
[breve gargalhada.

Meus olhos se arregalam intensamente.

Aprender o destino do Eu, se a unidade é seu dividendo.

 

 

 

Página publicada em outubro de 2018


 

 

 
 
 
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