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DEBAIXO DA PELE

 

Poema de Antonio Miranda

 

» Foto de Silvio Zambroni

 

 

Sobre a pele

outras peles

como armaduras;

sob a pele

outras peles

como tessituras

indeléveis.

 

Como camadas

no solo ermo

de cebola ardida:

uma inscrição

inconformada.

 

Quem é que habita as profundezas

do ser? Com certeza é outro

na superfície mais externa

de sua conformidade.

 

É-se o quê? Sujeito a que desígnios?

 

Vestir-se

de todas as peles, fantasiar-se

e desvestir-se de véus

como lâminas

acesas.

 

Sujeito.

 

Todos os que fomos

sobrevivem em nós

ostentando perdas e ganhos.

 

 

Brasília, 12/05/2006

 

 

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Comentários no blog do poeta ADEMIR A. BACCA [http://poetasdobrasil.blogspot.com/2008/03/antonio-miranda-antonio-miranda-poeta-e.html ]  

Ademir publica, em SEGUNDA-FEIRA, MARÇO 03, 2008, o poema “Debaixo da Pele” e em seguida recebe dos internautas os primeiros comentários:

 

Poeta que ostenta não só a madureza na idade, como em sua tessitura de versos. Profundidade, domínio técnico e lirismo caracterizam esta peça literária.  RICARDO MAINIERI

 

SAM disse...

A minha alegria ao ver este grande poeta homenageado neste espaço é muito grande. Antonio Miranda é homem das letras e sabedoria. Desde adolescente já exercia sua atividade poética fundando em 1956, o jornal estudantil " A voz da Juventude", em Nova Iguaçu , RJ, onde estudou por um período, quando já escrevia poemas e sonetos.

Escrevia desde 1949 para revistas infantis, tendo sido premiado em 1953, com um livro de um conto irradiado.

Tive a grande honra de ler um poema de Antonio Miranda sobre o mito das vítimas de Iemanjá, na Lagoa de Abaeté, enviado a mim pelo poeta, datado mais ou menos de 1954.

Em 1955, escreveu um longo poema: Azyx Paraíso Perdido, exaltando as belezas da nossa terra - uma terra imaginária paradisíaca dentro da Amazônia.

Antonio Miranda estava com um projeto de resgatar a sua incursão poética na fase de sua adolescência.

 

 







 

 

 
 
 
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